Estreia:
de Martin Darondeau, Bertrand Usclat
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Catálogo/s:
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Em exibição
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Brevemente
Catálogo/s:
França, 2026, 75', Classificação M/12, Comédia
com Pauline Clément, Laurent Stocker, Julien Frison, Adeline d'Hermy
Poucas horas antes da estreia de Macbeth, a prestigiada companhia de teatro Comédie-Française enfrenta uma série de desastres e imprevistos.
Rir ou chorar, eis a questão...
Faltam apenas três horas para Nina apresentar a sua primeira encenação na Comédie-Française. No entanto, durante os últimos ensaios, tudo parece correr mal: atrasos, ataques de stress, problemas técnicos e conflitos de ego ameaçam fazer descarrilar o espectáculo. Apesar do caos instalado, Nina sabe que não pode desistir. Afinal, há uma regra de ouro na Comédie-Française: um espectáculo nunca é cancelado. Inicia-se, assim, uma corrida contra o tempo para salvar a peça.
Festivais e Prémios:
Festival de l'Alpe d'Huez: Prémio do Público, Prémio Especial do Júri, Prémio Canal+ para Melhor Filme
27.ª Festa do Cinema Francês 2026
Ficha técnica:
Elenco Pauline Clément, Laurent Stocker, Julien Frison, Adeline d'Hermy, Marina Hands, Danièle Lebrun, Sefa Yeboah, Serge Bagdassarian, Christian Hecq, Séphora Pondi
Realização Martin Darondeau, Bertrand Usclat
Argumento Bertrand Usclat, Martin Darondeau, Pauline Clément, Clémence Dargent
Produção Thomas Verhaeghe, Mathieu Verhaeghe
Direção de Fotografia Hugo Paturel
Montagem Baptiste Ribrault
Música Original Clément Ducol
Os atores da Comédie-Française exibem todo o seu talento para a comédia neste filme hilariante. Imperdível! Le Figaro
Viva e divertida. Molière continua a rir. Le Point
Uma verdadeira comédia à francesa. Les Échos
Martin Darondeau é encenador, autor e ator. Ou pelo menos tenta ser. Se começa no teatro em 2012 numa adaptação de "Pour Ceux Qui Restent" de Pascal Elbe, que encena e na qual atua, é ao entrar na Canal+ no ano seguinte, como autor, que começa (verdadeiramente) a trabalhar. Com o seu companheiro Jordi Le Bolloc'h, criam vários programas curtos exibidos no Grand Journal (Les Mash Up, Canalbis, o JT Pressé), que escrevem e interpretam. Talento Cannes Adami em 2017, Martin realiza paralelamente várias curtas-metragens: Troc Mort em 2015, depois Cache-Cash em 2018, co-realizada com Enya Baroux. Mas não esquece o teatro, uma vez que em 2015 está em cena em Carton de Clément Michel, encenado por David Roussel e Arthur Jugnot, e depois em Alimentation Générale em 2017, no Théâtre des Béliers, encenado por Frédéric Jah Thibault. Nos últimos anos, Martin multiplica as colaborações artísticas: trabalha ao lado de Bertrand Usclat, com quem coescreve a série Broute para a Canal+.
Bertrand Usclat cresce em Courbevoie com um pai engenheiro e uma mãe que trabalha na área da comunicação. Em adolescente, é um grande apreciador do humor dos Nuls e dos Inconnus, no entanto, é para a comunicação política que se orienta: tenta o exame de admissão do Sciences Po, ao qual falha por sete vezes. Decide então experimentar a comédia e consegue entrar, em 2009, no Conservatório Nacional Superior de Arte Dramática. Ao sair, em 2012, forma com colegas da sua turma o coletivo Yes vous aime, que integra o Studio Bagel, selo da Canal+ dedicado à comédia. Paralelamente, consegue papéis no teatro, no cinema (nomeadamente em Fonzy, em 2013, e Abdel et la Comtesse, em 2017) e na televisão (Sam, na TF1, protagonizada por Natacha Lindinger). É através do pequeno ecrã que se torna verdadeiramente conhecido pelo grande público. Em 2018, cria, escreve o argumento e interpreta na série Broute, um formato curto (cerca de 2 minutos) que parodia o meio de comunicação online Brut, abordando a atualidade de forma humorística e desfasada. Disponível inicialmente no YouTube e nas redes sociais, o programa passa a ser exibido no programa Clique, na Canal+. Apesar do sucesso destes vídeos, que somam milhões de visualizações, Bertrand Usclat anuncia o fim da série em junho de 2022. Nesse mesmo ano, está em cartaz em nada menos do que três longas-metragens: Menteur, Loin du périph e Jumeaux mais pas trop, que lhe proporcionam o seu primeiro grande papel no cinema.
Fundada em 1680, a Comédie-Française é a mais antiga companhia de teatro em atividade no mundo. No filme A COMÉDIA FRANCESA, todos os papéis, até os mais pequenos, são interpretados por sociétaires [membros efetivos da Comédie-Française] e pensionnaires [atores contratados da Comédie-Française]. Pauline Clément, coargumentista do filme, é Nina, a encenadora que prepara a estreia de Macbeth. Ao seu lado estão Laurent Stocker, Julien Frison, Marina Hands (Lady Chatterley), Adeline d'Hermy, Danièle Lebrun (Camille Claudel), Guillaume Gallienne e Benjamin Lavernhe, que interpreta Molière. Éric Ruf, antigo administrador-geral da instituição, surge no papel do homem do elevador. A música original é de Clément Ducol, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original de Emilia Pérez.